Teve um tempo em que isso tinha mais espaço na sua vida. Pode ter sido uma prática de meditação. Uma religião que fazia sentido. Um caminho espiritual que você seguia com mais frequência. Ou simplesmente um tipo de atenção — uma forma de estar presente, de orar, de se conectar com algo maior — que existia e foi sumindo aos poucos. Não foi uma decisão consciente. A vida foi chegando. As responsabilidades foram aumentando. E a espiritualidade foi sendo empurrada para depois — para quando Continue lendo→
Você já teve aquela sensação de que precisa se reconectar — mas não sabe bem por onde começar? Talvez já tenha tentado meditar e a mente não parou. Já tentou criar uma rotina de manhã e ela durou três dias. Já olhou para práticas espirituais que admira em outras pessoas e pensou: “isso não é para mim, minha vida é agitada demais.” A verdade é que espiritualidade não exige cerimônia elaborada. Não precisa de uma hora específica, de um altar perfeito, de uma sequência rígida. Continue lendo→
Existe um cansaço que não passa com descanso. Uma dificuldade de receber que vai além de timidez. Uma exigência consigo mesma que nunca encontra satisfação. Uma dureza interna que você não sabe bem de onde vem, mas que está lá — na forma como você se cobra, na dificuldade de pedir ajuda, na sensação de que precisa dar conta de tudo sozinha. Isso tem um nome: feminino ferido. Não é um diagnóstico. É uma forma de entender um padrão que afeta muitas mulheres — e Continue lendo→
Você já se pegou colocando o bem-estar de outra pessoa tão à frente do seu que, no final, você estava completamente esquecida da equação? Ou sentindo que o seu estado emocional depende diretamente de como o outro está — se ele está bem, você respira; se ele está mal, você entra junto? Ou ainda: construindo sua rotina, suas decisões, às vezes até sua identidade, em função do que essa pessoa precisa, sente ou espera de você? Se alguma dessas situações parece familiar, vale entender o Continue lendo→
Você olha para a sua relação com dinheiro e, em algum momento, percebe algo familiar demais. O jeito de gastar. A dificuldade de guardar. A sensação de que o dinheiro nunca é suficiente, ou de que quando sobra, some rápido sem explicação. A dificuldade de cobrar, de pedir, de receber sem culpa. E se você parar para comparar com o que viu em casa quando era criança, talvez encontre padrões muito parecidos. Não é coincidência. O que você aprendeu sobre dinheiro antes de entender o Continue lendo→
Você tem uma opinião. Sabe o que pensa sobre aquela situação, aquela escolha, aquele assunto. Mas aí alguém discorda. Insiste. Faz uma cara. Fica em silêncio de um jeito que pesa. Ou simplesmente repete o que pensa com mais ênfase, como se volume fosse argumento. E você começa a recuar. Não porque descobriu algo novo. Não porque a outra pessoa apresentou um ponto que você não tinha considerado. Mas porque o desconforto de manter sua posição ficou grande demais. E no final, você cede. Concorda Continue lendo→
Tem aquela pessoa. Pode ser alguém da família, do trabalho, do grupo de amigos. Alguém que você não escolheu ter por perto, mas que está lá — de um jeito ou de outro, com frequência. E toda vez que o contato acontece, alguma coisa em você já se prepara. Você sente o corpo mudar antes mesmo da conversa começar. Fica mais alerta. Mais na defensiva. Já sabe, de alguma forma, que vai sair daquele encontro se sentindo pior do que entrou. E o pior: às Continue lendo→